Os policiais militares maranhenses pedem implantação de reajuste de 18% que é mesmo percentual concedido a servidores de outras categorias.
As reivindicações da tropa consiste na reposição das perdas salariais, além de mudanças nos critérios de escalonamento, promoção e jornada de trabalho, adicional por periculosidade, substituição dos coletes balísticos e das munições que estão sendo usados com prazo de validade vencido.
Os PMs reclamam da falta armamento e até fardas para os policiais que possuem o menor efetivo de policial do país. Somam aos policiais da capital, os colegas de trabalhos em Imperatriz, Timon, Caxias, Bacabal, Matões, Parnarama, assim como os PMs de São Luís, estão aquartelados.
AQUARTELADOS NA CÂMARA
Após a decisão de paralisar as atividades, policiais saíram em carreata pelo centro da cidade fazendo businaço e chamando a atenção da população para o ato que culminou com decretação da greve, em mais uma prova de incapacidade do governo em lidar com a segurança pública. E decidiram ficar aquartelados no estacionamento da Câmara Municipal de São Luís até que o Governo do Estado se posicione.
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